As pedras gigantes de Baalbek
O relato
Blocos de quase mil toneladas na base de um templo seriam pesados demais para qualquer povo antigo: obra de gigantes ou de visitantes.
O que a investigação apurou
O templo de Júpiter é romano. As marcas de ferramentas na pedreira ao lado e a engenharia romana de alavancas e guinchos explicam a obra, ainda que impressionante.
A história
No vale do Bekaa, no Líbano, ficam as ruínas de Baalbek, uma das maiores construções do Império Romano. Na base do Templo de Júpiter estão três blocos de pedra, o chamado Trílito, com cerca de 800 toneladas cada. Na pedreira ao lado, a "Pedra da Grávida" ainda está no chão, com perto de mil toneladas. Em 2014, arqueólogos alemães acharam embaixo dela outro bloco, ainda maior.
Para defensores dos antigos astronautas, a plataforma seria muito mais velha que os romanos, feita por uma civilização perdida ou com ajuda de fora. Arqueólogos lembram que a pedreira tem marcas de ferramentas romanas e que os blocos gigantes que ficaram por lá mostram justamente o trabalho em andamento. Como foram movidos ainda gera debate, mas tudo aponta para engenheiros do século I a.C.