O disco laranja perto de Gander
O relato
Um enorme objeto laranja teria subido do oceano e chegado perto de um avião da Marinha americana que voava da Islândia para Terra Nova.
O que a investigação apurou
O relatório oficial, que o copiloto só viu décadas depois, atribuiu o caso à aurora boreal; ele nunca aceitou a explicação.
A história
Na noite de 10 de fevereiro de 1951, um avião de transporte da Marinha dos Estados Unidos voava de Keflavik, na Islândia, para Argentia, em Terra Nova. A cerca de 150 km de Gander, o copiloto Graham Bethune e o restante da tripulação relataram um objeto laranja e luminoso que parecia vir do mar e se aproximou da aeronave em velocidade altíssima, num encontro de poucos minutos.
Ao pousar em Gander, a tripulação foi ouvida por oficiais de inteligência. Bethune, que mais tarde chegou a comandante, defendeu o relato pelo resto da vida. Quando teve acesso ao relatório, em 1990, descobriu que o episódio havia sido explicado como aurora boreal. O caso segue em debate, apoiado no testemunho de pilotos experientes, mas sem dados de radar divulgados.