Caso Nimitz, o "Tic Tac"
O relato
Um objeto oval branco, sem asas, fez manobras que nenhum avião conhecido consegue diante de pilotos da Marinha.
O que a investigação apurou
O vídeo é autêntico, confirmado pelo Pentágono em 2020. Céticos atribuem parte do efeito a limitações do sensor. Não há explicação oficial definitiva.
A história
Em novembro de 2004, o grupo do porta-aviões USS Nimitz fazia exercícios no oceano Pacífico, ao largo da Califórnia. Por dias, os radares do navio USS Princeton detectaram objetos que desciam de grande altitude até perto da superfície em segundos.
O comandante David Fravor foi enviado com seu caça para verificar. Ele e outros pilotos viram um objeto branco e oval, parecido com uma pastilha "Tic Tac", sem asas e sem escapamento, que acelerou e sumiu de forma que nenhum avião conhecido conseguiria. Pouco depois, outra tripulação gravou o objeto com a câmera infravermelha do caça.
O vídeo se tornou público em 2017 e foi confirmado como autêntico pelo Pentágono em 2020. Em 2023, Fravor contou a história sob juramento no Congresso americano. Céticos atribuem parte do efeito a limitações do sensor, mas o caso segue sem explicação oficial.