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Antiguidade · Américas

Puma Punku

Em debate Bolívia · c. 500 a 600 d.C.

Viaje no tempo: a história de Tiwanaku e Puma PunkuAliens Viajantes, Bia e Vitor

O relato

Blocos de pedra com cortes retos, ângulos internos e furos tão precisos que lembrariam peças feitas por máquina.

O que a investigação apurou

Obra da cultura Tiwanaku, que dominava a cantaria em arenito e andesito e usava grampos de metal entre os blocos. A precisão impressiona, mas não exige tecnologia moderna.

A história

Perto do lago Titicaca, na Bolívia, a quase 4 mil metros de altitude, ficam as ruínas de Tiwanaku, capital de uma grande civilização andina. Dentro dela está Puma Punku, "a porta do puma", erguida por volta de 500 a 600 d.C.

O que chama atenção são os blocos espalhados pelo chão: faces lisas, ângulos retos internos, canais e furos alinhados. Alguns, os "blocos H", são quase idênticos entre si. A maior laje de arenito pesa mais de cem toneladas. Para defensores dos antigos astronautas, só máquinas modernas fariam cortes assim.

Arqueólogos explicam que os Tiwanaku dominavam o trabalho em pedra com ferramentas duras, abrasivos e moldes de medida, e prendiam os blocos com grampos de metal derramado ainda líquido. A precisão é real e impressiona. A dúvida é só sobre o tamanho do talento daqueles engenheiros.

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